Em paz com o corpo

A vivência online para você começar a nutrir uma relação mais tranquila com o seu corpo.

2ª edição

vídeo de apresentação aqui

consciência

Serão abordados temas essenciais para embasar as reflexões, práticas e interações ao longo da vivência. 

Serão estimuladas ao longo de toda a vivência. A intenção é que você tenha mais clareza relacionando os conteúdos com a sua própria história de vida.

Exercícios práticos e reflexivos para te auxiliar a nutrir uma relação de honra, respeito, gentileza, carinho e cuidado com o seu corpo.  

Momentos para trocas de experiências e fortalecimento com outras mulheres que também sentem-se incomodadas com o seu corpo.

reflexões

prática

interação

E o melhor: a vivência toda será em um grupo exclusivo no Whatsapp! 

Dessa forma, você receberá os conteúdos diariamente no seu celular e poderá acessá-los no momento que for mais confortável. 

Além de ter mais facilidade para participar dos momentos interativos. 

Confira abaixo depoimentos de participantes da 1ª edição

Clarissa,

23 anos

A vivência superou as minhas expectativas! A riqueza dos conteúdos me surpreendeu!

Um embasamento incrível e referências diversas, que conseguem passar por todos os fatores que interferem na relação das mulheres com o corpo e as pressões que sofremos.

Ter palavras de incentivo e de carinho disponíveis para ler nos momentos de insegurança, em que podemos ser tão duras com nossos corpos, foi muito importante!

Todas estamos no mesmo barco, e uma vivência como essa, além de ajudar a mim mesma, me capacitou a ajudar outras mulheres.

Mulher,

37 anos

Valeu a pena porque a experiência em grupo é muito importante para não nos sentimos tão sós nessa jornada. Ao compartilharmos nossas dúvidas e inseguranças as forças se renovam e nos sentimos mais encorajadas!

 

 É sempre bom retomar esses temas pois as pressões externas sempre nos 'puxam para baixo'.

Os conteúdos enviados foram de bastante relevância e oportunizaram várias reflexões.

Mulher,

34 anos

Sempre é bom reafirmar que não podemos seguir o que a mídia nos impõe e sim o que somos de verdade.